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Nartir Dantas Weber será juíza auxiliar da corregedoria do CNJ


Atualizado em 09/08/2018 11:56:00

 

A magistrada baiana Nartir Dantas Weber, ex-presidente da Associação dos Magistrados da Bahia (AMAB), foi escolha pelo novo corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Humberto Martins, para ser sua juíza auxiliar. A posse do atual vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) acontece no próximo dia 28, no auditório do CNJ, em Brasília.

“É uma honra exercer tão relevante cargo no CNJ, a convite do ministro Humberto Martins. Minha expectativa é prestar serviços de excelência em prol da efetividade da Justiça e do engrandecimento do poder judiciário”, afirmou.

A Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do CNJ, atua na orientação, coordenação e execução de políticas públicas voltadas à atividade correcional e ao bom desempenho da atividade judiciária dos tribunais e juízos do país. O objetivo principal do órgão é alcançar maior efetividade na prestação jurisdicional, atuando com base nos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 

A juíza Nartir Dantas Weber foi presidente da AMAB por dois mandatos consecutivos (2010/2011 e 2012/2013) e também vice-presidente de Interiorização da Associação de Magistrados do Brasil (AMB). É graduada em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), pós-graduada em Ciências Criminais e em Direito Penal e Processual Penal e mestre em Segurança Pública pela UFBA. Tem 28 anos de magistratura, tendo passado pelas comarcas de Canarana, Aurelino Leal, Teixeira de Freitas e Camaçari. Foi promovida para a capital por merecimento no ano de 2000. Em Salvador, foi titular da 2ª Vara de Tóxicos, 3ª Vara Justiça pela Paz em Casa e juíza auxiliar de 2º Grau do Tribunal.

Ministro - Em substituição ao atual corregedor, ministro João Otávio de Noronha, Humberto Martins foi indicado para o cargo em 21 de março, por aclamação, pelo Pleno do STJ, para o biênio 2018-2020. A indicação foi aprovada pelo Senado Federal em 11 de abril. Durante os dois anos de mandato, ele permanecerá afastado dos julgamentos das turmas e seções do STJ, mas continuará atuando normalmente na Corte Especial, colegiado que reúne os 15 ministros mais antigos do tribunal.


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