Para conservar seu valor, as palavras devem ter o respaldo de ações.
Assim é que, com grata satisfação, apresentamos ao colega o ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DA BAHIA, democraticamente votado em Assembléia Geral da categoria, no último dia 05 de maio de 2000.
Com ele queremos definidos, às claras, os nossos propósitos, participativa a gestão e, permanentemente, fiscalizadas as contas da Associação.
Envolvendo, além daqueles que compõem a Diretoria, muitos outros sócios na condução dos destinos da nossa AMAB – através da co-gestão do Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Diretoria Departamentais, fez-se ela plural e despersonificada, exsurgindo disso a face do todo e a possibilidade de se “intensificar o espírito de classe entre os associados e defender-lhes os interesses relevantes”, como pugna o Estatuto.
O momento atual, não se pode olvidar, exige de cada um de nós - e de nós todos, as boas ações e exemplos, sem o que não conservaremos a dignidade da Magistratura, tão combalida pela insensibilidade e oportunismo de muitos, e de serviços de poucos. Enfeixar essas atitudes, num posicionamento institucional e social definidos, é, também, função da AMAB.
A receita para isso conseguirmos, dá-nos João Mangabeira: “Sou apenas um homem que não corteja a riqueza, não lisonjeia a força, não adula o poder”.
Seremos o que for a nossa união!
A Diretoria