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Luislinda Valois participa de lançamento de Frente Parlamentar de Direitos Humanos

A desembargadora aposentada do TJBA e ex-ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, participou nesta última quinta-feira (10) do lançamento, pela Câmara dos Deputados, da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Humanos e pela Justiça Social. A frente conta com o apoio de 206 deputados e senadores. O evento ocorreu no Dia Internacional dos Direitos Humanos, comemorado todos os anos desde a instituição da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU em 1948.

Presidente da frente, o deputado Roberto de Lucena (Pode) disse que o objetivo da frente é a defesa dos direitos fundamentais desde a concepção da vida. Segundo ele, a agenda da frente parlamentar será a “a agenda da vida”. Ainda conforme o parlamentar, a frente deverá ser a voz de quem não pode falar. “A voz do bebê no ventre materno, a voz da pessoa idosa que vive o abandono e sofre a violência – por vezes a mais cruel forma de violência que é praticada justamente por quem mais deveria protegê-la -, a voz do pobre, do trabalhador em condições de escravidão ou em condições análoga à escravidão, do imigrante, do indígena, dos quilombolas, da criança vítima de violência e exploração sexual”, citou.

O lançamento contou ainda com a presença do jurista Ives Granda Martins. Além de também defender  os direitos do nascituro desde a concepção, criticando o aborto, o jurista defendeu a proteção da família – que considera a união apenas entre homem e mulher. Ele disse que a Constituição protege esse tipo de casamento.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, também presente, disse que “universalização dos direitos humanos”, por exemplo, com a prisão de agressores de idosos, e citou operação deflagrada pelo governo na semana passada com esse fim. Ela pediu ainda que seja aprovada uma legislação de proteção às vítimas no Brasil e que a frente parlamentar “traga à luz os direitos daqueles que estão invisibilizados e que ficaram por anos esquecidos nesta nação”. Ela citou os direitos das crianças com nanismo.