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Nartir Weber participa de reunião com presidentes do STF e do Senado

A presidente da Associação dos Magistrados da Bahia (AMAB), juíza Nartir Weber, participou, nesta última quarta-feira (5), da 6ª Reunião do Conselho de Representantes da AMB. Pela primeira vez, o encontro, através de videoconferência, contou com as participações dos presidentes do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, e do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco. Na oportunidade, foram debatidos temas de relevância para a magistratura, como Reforma Administrativa, mudanças no novo Código de Processo Penal e assistência à saúde suplementar para magistrados e servidores, entre outras pautas.

presidente do STF revelou que ingressou na magistratura em 1979, em comarcas no interior do país, por isso fez questão de destacar que é um grande conhecedor dos desafios das associações regionais e fez um apelo ao senador Rodrigo Pacheco. “Peço ao presidente do Congresso Nacional que ouça com carinho nossos afiliados espalhados pelo Brasil, como eu, que pude ver os problemas das comunidades carentes. A Justiça é realmente a ponte por onde passam os problemas e aberrações sociais. A Justiça é o mais alto postulado que um homem pode exercer”. finalizou.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), reconheceu que há em determinados setores da sociedade uma injusta perseguição à magistratura. “Prerrogativas estão sendo confundidas com privilégios e isso está provocando uma cruzada contra os magistrados. É importante dizer que para se ter um juiz estimulado, cioso de suas responsabilidades, com o trabalho em dia, realizado de maneira imparcial e sem influência externa, é necessário se garantir tais prerrogativas”, disse.

No encontro, a presidente da AMAB, Nartir Weber, falou em nome dos representantes das associações do Nordeste.

 

Sobre a assistência de saúde suplementar, a presidente da AMB, Renata Gil, reforçou que prossegue com as visitas aos estados para tratar, junto com as associações locais, do pagamento do benefício A magistrada lembrou que o Conselho Nacional Justiça (CNJ) aprovou a Resolução nº 294, que regulamenta o programa, mas ele ainda não foi implementado em todas as localidades e, por isso, insiste nas tratativas para efetivar o benefício.